Introdução: o câncer do tipo infantil é raro, mas quando comparado aos dos adultos,vem apresentando um perfil crescente de incidência, o que requer uma assistência dequalidade pelo sistema de saúde, considerando as diferenças fisiológicas nas variadasfaixas etárias pediátricas. Os estudos de utilização e segurança de medicamentos emcrianças são de extrema importância, a fim de promover uma racionalidade farmacoterapêutica,conduzindo a um tratamento seguro e efetivo. Objetivo: revisar osaspectos que interferem na segurança do tratamento farmacológico em pacientesoncológicos pediátricos. Metodologia: foi realizada uma revisão integrativa daliteratura por meio das bases de dados: SciELO, Bireme, PubMed, Portal CAPESe LILACS, analisando os trabalhos publicados nos últimos 10 anos (2011-2021).Resultados: foram encontrados 89 artigos, dos quais 46 compuseram o presentetrabalho. Estudos na população pediátrica são escassos e, consequentemente, oarsenal terapêutico para essa população também diminui, acarretando poucas alternativas terapêuticas para tratamento do câncer infantil. Conclusões: as estratégiasterapêuticas antineoplásicas apelam para medicamentos que ainda não foram totalmenteaprovados pelas agências reguladoras nacionais e/ou internacionais. Sendoassim, é essencial a atuação do farmacêutico clínico para apresentar propostas desegurança, monitorar e sugerir estratégias de uso de medicamentos antineoplásicosna população infantil.