Objective: To identify the consequences of technology overuse in childhood. Data source: A systematic review was carried out in the electronic databases PubMed (National Library of Medicine of the National Institutes of Health) and BVS (Virtual Health Library), considering articles published from 2015 to 2020, in English, Portuguese and Spanish using the terms “Internet”, “Child” and “Growth and Development”. Data synthesis: 554 articles were found and 8 were included in the analysis. The studies’ methodological quality was assessed by the Strobe and Consort criteria, being scored from 17 to 22 points. The articles showed positive and negative factors associated with the use of technology in childhood, although most texts emphasize the harmful aspects. Excessive use of internet, games and exposure to television are associated with intellectual deficits and mental health issues, but can also enable psychosocial development. Conclusions: Preventing the use of the internet is a utopic measure ever since society makes use of technologies. The internet is associated with benefits as well as with harms. It is important to optimize the use of internet and reduce risks with the participation of parents and caregivers as moderators, and training of health professionals to better guide them.
Analisar quais os artigos disponíveis na literatura que apresentam informações consistentes sobre o papel da suplementação materna na prevenção de malformações congênitas e agravos na gestação. Método: A Revisão Integrativa de Literatura (RIL) foi o método escolhido, com o objetivo de reunir uma coleção de saberes científicos e estatísticos acerca do tema, tornando-os acessíveis a todos os interessados. Neste estudo, utilizou-se para isso a questão norteadora: "Quais estudos presentes na literatura abordaram suplementações materna como terapia preventiva de doenças ou malformações congênitas? " Para tanto, foi aplicada uma metodologia eficiente na seleção e abordagem dos artigos, por meio de critérios de inclusão e exclusão bem definidos. Resultados e discussão: Após a aplicação dos filtros foram encontrados 12 artigos, e destes, 10 foram selecionados por corresponderem aos critérios de inclusão. Houve, a partir dessa seleção inicial, a análise minuciosa dos artigos, por meio de um quadro sinóptico, contendo o código dado a cada artigo, o nome, o ano, objetivo, método, resultados e conclusão, além da classificação de seu nível de evidência. Feito isso, foram criadas as categorias com os tópicos que mais prevaleceram nesses trabalhos. Sendo as três categorias: a incerteza entre a dose benéfica dos suplementos recomendados para as gestantes, o uso da suplementação durante a gestação para prevenção de anormalidades no tubo neural e comparação entre a utilização de multivitamínicos com a utilização de apenas ácido fólico. Conclusão: A suplementação materna é fundamental na prevenção de anormalidades congênitas e também de determinadas doenças maternas,
Os maus-tratos na infância e na adolescência consistem em abusos psicológicos, físicos e sexuais, além de negligência dos cuidadores, gerando prejuízos psicológicos nesses indivíduos. O objetivo do estudo foi analisar na literatura nacional e internacional o impacto dos maus-tratos na saúde mental de crianças e adolescentes. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada entre agosto e outubro de 2020, na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), por meio da questão norteadora: “Quais são os estudos originais nacionais e internacionais que abordam o impacto de maus-tratos na saúde mental de crianças e adolescentes?”. Foram incluídos artigos em inglês, disponíveis na íntegra, e correspondentes aos últimos três anos. Excluíram-se documentos que não apresentavam pertinência no estudo conduzido. Foram eleitos dezesseis artigos para análise, que foram divididos em quatro categorias:“I: Associação direta entre maus-tratos e problemas de saúde mental por crianças e adolescentes”, a qual evidenciou prejuízos psicológicos como depressão e distúrbios do sono; “II: Fatores de proteção para a saúde mental de crianças e adolescentes vítimas de maus-tratos”, que indicou atividades extracurriculares e ambiente familiar acolhedor como fatores de melhor prognóstico diante dos abusos; “III: Relação entre culpabilização da vítima de maus-tratos pela sociedade e sua saúde mental”, a qual apresentou consequências negativas da cultura de culpabilização da vítima; e “IV: Influência da experiência pregressa de maus-tratos em cuidadores como fator preditor de perpetuação de abusos”, que identificou a reprodução de estruturas familiares abusivas. Observa-se que os maus-tratos são uma problemática de saúde pública, o que afirma a necessidade de consolidação de políticas públicas no âmbito, a fim de garantir maior proteção a crianças e adolescentes.
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