We investigated the psychostimulant, rewarding, and anxiolytic-like effects of pulegone. Possible interactions between pulegone and menthol concerning their psychostimulant effect were also analyzed. General mouse activity after pulegone treatment, and the interacitons between pulegone and menthol, were determined in the open field. The anxiolytic-like activity, motor coordination and strength force were evaluated using the elevated plus maze (EPM), rotarod test and grasping test, respectively. The motivational properties of pulegone were evaluated by pairing the drug effects on the mice with the least preferred compartment (previously determined) of a conditioned place preference (CPP) apparatus. Pulegone increased mouse locomotor activity and immobilization time. Verapamil, but not diltiazem, haloperidol or picrotoxin, decreased the psychostimulation induced by pulegone. Pulegone also decreased grooming and rearing behaviors and caused motor incoordination and weakness at high doses. Pulegone increased the time spent by mice in the open arms of the EPM, and flumazenil pre-treatment did not alter this effect. Pulegone either produced no CPP or induced conditioned place aversion. The changes in mouse ambulatory activity caused by the association of pulegone with menthol were either lower than those predicted by the theoretical curve or not different from the predicted values. Therefore, pulegone induces a verapamil-sensitive psychostimulant effect that appears to independ on the opening of L-type calcium channels. Pulegone has negative reinforcing properties and seems to possess anxiolytic-like actions unrelated to the benzodiazepine site of the γ-aminobutyric acid type A (GABA A ) receptor. Finally, pulegone might act in an addictive or synergic way with menthol.
Introdução: a síndrome de Morgagni Stewart Morel é uma entidade clínica rara. Sua principal característica é a hiperostose frontal interna. Além disso, conta com alterações endócrinas metabólicas e psiquiátricas. Pode estar acompanhada de obesidade, diabetes mellitus e hirsutismo. Possui maior prevalência na população feminina. Apresentação do caso: paciente do sexo feminino, 65 anos, obesa em menopausa há 12 anos. Relata em consulta queixa de cefaleia em aperto na região frontal há cerca de 6 anos. A mesma vem se intensificando gradativamente e há 01 semana a dor não é sanada mesmo com o uso de anti-inflamatórios ou analgésicos orais. Discussão: a síndrome de Morgagni-Stewart-Morel consiste em uma condição rara, caracterizada pela presença de Hiperostose Frontal Interna (HFI) associada a alterações metabólicas, psiquiátricas e endócrinas. Sua definição não é uniforme devido a diversidade de sintomas e a sua variabilidade em cada indivíduo. Possui incidência maior no sexo feminino e com idade acima de 50 anos, sua etiologia ainda é pouco conhecida. Algumas teorias buscam elucidar o tema como o aumento da leptina, desordem hormonal de andrógenos e há também defensores de uma síndrome genética, ligada ao X com penetrância variável. Conclusão: diante da raridade de casos da síndrome, o diagnóstico geralmente ocorre de modo incidental, por meio da correlação entre sintomatologia variada e investigação radiológica. Sua abordagem terapêutica é predominantemente sintomática, de modo a se optar por conduta cirúrgica em casos reservados.
Introdução: As lesões ósseas da pelve e quadril são raras, e ocorrem principalmente na faixa etária de 8 a 14 anos, e estão relacionadas à prática de atividades físicas de alto impacto e repetitivas. As fraturas por avulsão das espinhas ilíacas superior e inferior e tuberosidade isquiática tem maior incidência devido ao aumento da prática de desportos nessa faixa etária. Apresentação do caso: I.P.M, masculino, 17 anos de idade, procurou o serviço do Hospital Geral de Goiás (HGG), referindo dor iniciada há 30 dias na face anterior do quadril esquerdo, durante partida de futebol. Refere aumento da intensidade da dor, e ao exame físico possui equimose local, edema e dor em quadril esquerdo. Ao raio x apresentou fratura da espinha ilíaca ântero superior à esquerda. Discussão: Essa lesão geralmente ocorre como resultado da contração súbita, vigorosa ou repetitiva do músculo sartório e tensor da fascia lata. Os sintomas mais comumente relatados são dor intensa associada a “estalos” na hemipelve afetada, edema, limitação funcional ipsilateral e equimoses. O tratamento é preferencialmente conservador, durando, em média, de 6 a 8 semanas. Já a cirurgia, é indicada para casos em que há desvio de mais de três centímetros ou com lesão neurovascular associada. Conclusão: Seu tratamento adequado, feito precocemente, torna-se importante na prevenção de lesões permanentes e complicações futuras. Na maioria das vezes, o tratamento e conservador, excetuando-se os casos de desvio fragmentário superior a três centímetros.
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