Objetivo: Descrever as evidências científicas acerca do desenvolvimento de câncer de pulmão devido ao tabagismo, sendo ele um dos seus principais fatores de risco. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, que se estabelece como um dos recursos utilizados na prática baseada em evidências, sendo utilizada a estratégia PICo. Para orientar este estudo a questão formulada foi do tipo não clínica: “Quais evidências científicas apontam o tabagismo como fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão? ”. A coleta de dados ocorreu no período de novembro de 2017. Resultados: Na presente revisão foram incluídos um total de dez artigos, ambos no idioma inglês (100%). A grande maioria das publicações foram no ano de 2013 (4/40%). Em relação ao país de realização, os Estados Unidos foi o país onde se concentrou o maior número de estudos (6/60%). Quanto ao tipo de estudo, predominou-se os estudos de caso controle. As principais temáticas dos estudos falavam sobre a exposição ativa e passiva ao tabagismo, o tabagismo como principal fator de risco de câncer de pulmão e a interação do cigarro e suas partículas associadas ao câncer de pulmão. Considerações Finais: Ficou evidenciado que o tabagismo é o principal fator risco para desenvolver o câncer de pulmão e que a fumaça do cigarro possui grande capacidade carcinogênica, portanto, o estudo trouxe informações importantes para o contexto do câncer de pulmão, contribuindo assim para o conhecimento dos leitores e pesquisadores em relação à temática e quanto à cessação do tabagismo.
Objetivo: Elaborar e aplicar uma proposta de intervenção, conforme o Modelo Teórico apresentado pela enfermeira Callista Roy, a pais/cuidadores de crianças no Espectro Autista em um município maranhense. Metodologia: Estudo avaliativo, exploratório, com abordagem qualitativa, realizado em um município maranhense, com 31 pais/cuidadores de crianças no Espectro Autista, mediante aplicação de um formulário sociodemográfico, entrevista estruturada conforme modelo de Roy e um exame físico geral simples, bem como a aplicação dos Inventários de Ansiedade e Depressão de Beck. Resultados: Foram verificados problemas adaptativos no Modo Fisiológico - indigestão/desconforto abdominal, alteração no sono, agitação, falta de energia, incapacidade de relaxar, choro, dificuldade de concentração, medo que aconteça o pior, medo de morrer; atordoado e nervoso; Modo Autoconceito – problemas adaptativos de perda de prazer, irritabilidade, cansaço ou fadiga e autocrítica; Modo Função na vida real – desvalorização, medo de perder o controle e indecisão; e ainda, o Modo Interdependência - perda de interesse por sexo e perda de interesse. Outrossim, estabeleceram-se dezenove Diagnósticos de Enfermagem e Intervenções de Enfermagem necessárias, sendo que esta proposta de intervenção foi fornecida aos participantes do estudo. Conclusão: Considera-se que o Referencial Teórico da enfermeira Callista Roy pode ser plenamente aplicado a estas pessoas e seu núcleo familiar e destaca-se que a Enfermagem, como a profissão consolidada que tem se tornado, precisa resgatar seus constructos, pressupostos e referências, lançando mão do Processo de Enfermagem e aplicando na sua prática para que o seu fazer possa ser privativo da profissão, específico e efetivo.
Depois das grades e apesar delas: saúde como caminho de liberdade para mulheres em cumprimento de pena semiprivativa de liberdade na unidade prisional semiaberto de Manaus.
RESUMOObjetivo: Discutir as concepções de profissionais de saúde atuantes em uma maternidade pública acerca da autodeterminação corporal da mulher. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa exploratória, avaliativa com abordagem quantitativa. O cenário desta investigação foi uma maternidade pública situada no município de Caxias-MA. A população do estudo foi composta por 73 profissionais de saúde atuantes na referida instituição. A coleta de dados ocorreu mediante a aplicação de um questionário. Resultados: A análise dos dados revelou que um percentual considerável de mulheres participantes desta pesquisa concorda em parte que a mulher deve fazer o quiser com o próprio corpo, inclusive abortar. Em relação à inquirição sobre a legalização das práticas abortivas, notou-se que a maior parte dos profissionais acredita que o aborto deveria ser legalizado apenas em determinadas circunstancias conforme a legislação vigente. No que concerne à indagação sobre o direito da mulher fazer o que quiser com o próprio corpo, inclusive abortar, identificou-se que as opiniões ficaram dividas, sendo que mais de 52% dos profissionais concordaram em parte que a mulher deve ter o referido direito enquanto que quase 48% discordaram. Conclusão: Os direitos sexuais e reprodutivos devem ser garantidos às mulheres em todas as situações, porém nem sempre os serviços e profissionais de saúde contribuem para que esses direitos sejam plenamente exercidos, reforçando a necessidade de capacitação profissional e melhoria na efetivação de Políticas Públicas. Descritores:Direitos Sexuais e Reprodutivos; Autodeterminação corporal; Mulher; Profissionais de Saúde. ABSTRACTObjective: To discuss the conceptions of health professionals working in a public maternity about the body selfdetermination of the woman. Methodology: This is an exploratory, evaluative research with a quantitative approach. The scenario of this investigation was a public maternity located in the city of Caxias-MA. The study population consisted of 73 health professionals working at this institution. Data collection took place through the application of a questionnaire. Results: Analysis of the data revealed that a considerable percentage of women participating in this study agree in part that the woman should do what she wants with her own body, including abortion. Regarding the questionnaire on the legalization of abortion practices, it was noted that most professionals believe that abortion should be legalized only under certain circumstances in accordance with current legislation. Regarding the question about the right of women to do what they want with their own bodies, including abortions, it was identified that opinions were divided, with more than 52% of professionals agreeing in part that women should have this right while almost 48% disagreed. Conclusion: Sexual and reproductive rights must be guaranteed to women in all situations, but not always health services and professionals contribute to these rights being fully exercised, reinforcing the need for professional training ...
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