Objetivo: Avaliar as consequências do uso abusivo de telas por crianças de até 6 anos. Métodos: Foi executada uma Revisão Integrativa da Literatura. Os Descritores em Ciências da Saúde utilizados em inglês, foram: screen time, television, child. As bases de dados utilizadas foram: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), National Library of Medicine (PUBMED) e Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE). Resultados: observou-se consequências significativas tais como: alterações no desenvolvimento cognitivo, da fala e psicossocial, alterações nas métricas do sono, prejuízo no desenvolvimento de memória de trabalho, surgimento de sintomas psiquiátricos, acúmulo de tecido adiposo em região abdominal e relação com piora do quadro de pacientes já diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Considerações finais: Exposição às telas de maneira exagerada causa impacto negativo no desenvolvimento das crianças. Logo, é indispensável controle na utilização destas tecnologias desde o primeiro contato, além de uma supervisão ativa.
Distúrbios cardiovasculares podem levar ao remodelamento vascular e lesão das células endoteliais, o que pode explicar a disfunção endotelial encontrada nesses indivíduos. A ingestão diária de ômega-3 parece melhorar a saúde vascular, bem como a função cardíaca. Propôs-se comparar a segurança e eficácia do uso terapêutico dos Ácidos graxos Omega-3 para melhora da função endotelial. Foi executada uma revisão sistemática a partir de buscas em bases nacionais e internacionais e a triagem contemplou a Recomendação Prisma. Os ensaios clínicos randomizados publicados até dezembro de 2021 foram selecionados e avaliados por três revisores. A qualidade metodológica foi avaliada por meio da escala PEDro. Apesar das diferenças metodológicas, os resultados desta revisão confirmam as observações prévias de que o uso contínuo de ômega 3 por pelo menos três meses melhoram consideravelmente a funcionalidade do endotélio vascular, reduzindo assim o risco de acontecer algum evento cardiovascular. Neste sentido, o uso dos compostos EPA e DHA se mostrou benéfico nos pacientes que apresentam doenças cardiovasculares, observando-se melhora, por exemplo, na força de ejeção do ventrículo esquerdo, nos níveis de óxido nítrico para vasodilatação, além de reduzir os níveis de triglicerídeos no sangue. Portanto, repercutirá em uma melhor qualidade de vida relacionada à saúde.
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